Correlatos > Sete a Um
Serviços de Saúde
e outras políticas sociais regridem no país.
Por Beatriz Perez
O Dia – 05/08/2018

Adaptado por HemoBR 

 

O país regrediu em termos sociais nos últimos quatro anos.

O número mais simbólico a indicar o retrocesso é o   aumento da mortalidade infantil, cujo índice subiu em 2016, pela primeira vez desde 1990.                   

04

A mortalidade infantil voltou a subir.

É um dado extremamente preocupante. Se esta taxa aumenta, vai destruir o ganho recente da expectativa de vida no Brasil. Representa uma reversão de uma tendência de melhora no mundo e no Brasil. É um dos indicadoros mais usados para medir a qualidade da saúde.

01

Alta nos casos de sífilis e sarampo.

A alta nos casos de sífilis e sarampo e a redução do número de leitos de internação são outros dados que indicam um retrocesso no Sistema Único de Saúde, que completa 30 anos em 2018.

05

Corte de recursos na saúde

A partir de 2014, entramos na recessão, com alta do desemprego. Os planos de saúde perderam mais de 2 milhões de associados que viraram SUSdependentes. Nesse exato momento, quando a demanda cresce, cortam os recursos da Saúde. 

02

Déficit de  leitos de UTIs neonatal

Levantamento da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) mostra que o país tem um déficit de 3.305 leitos de UTIs neonatal no país, essenciais para a sobrevivência de crianças que nasceram antes de 37 semanas e que apresentam quadros clínicos graves.

06

Alguns candidatos a culpados

A forma como o Estado tem administrado os recursos, em especial os do SUS, em meio à restrição fiscal, e os destinados a saneamento básico, que afeta a saúde. O outro candidato é a instabilidade macroeconêmica, com a recessão.

03

Perda de ganhos sociais conquistados

No ano passado, o Banco Mundial, alarmado com os efeitos da crise econômica no Brasil, lançou um documento em que alertava que o país estava prestes a perder os ganhos sociais conquistados entre os anos de 2004 e 2014.

07

Como fazer para voltarmos a avançar?

Precisamos de mais médicos e profissionais de saúde. O sistema de saúde inglês, que é uma referência, usa cada vez mais enfermeiros.

A gente tem oferta no Brasil. O sistema de saúde precisa utilizar mais enfermeiros e menos médicos.